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domingo, 18 de julho de 2021

Shingeki no Kyojin (2013 - )

 

Shingeki no Kyojin / Hajime Isayama / Excelente!

1ª Temporada Legendada: https://mega.nz/folder/8QMVRCRR#sqSUGzm12o6wTqr37u0DBg

2ª Temporada Legendada: https://mega.nz/folder/RUVhyAra#flgNtW_3kE4dJcEnwemmjg
3ª Temporada Legendada: https://mega.nz/#F!wQFjmaja!gYlF-aii4EAz5wQ7-pXLQQ
4ª Temporada Legendada: https://www.animestc.net/animes/shingeki-no-kyojin-4


Ficha Técnica:

Título Original: Shingeki no Kyojin

Título Brasileiro: Ataque dos Titãs

Ano de Lançamento: 2013

Autor: Hajime Isayama

País: Japão

Gênero: Drama, Fantasia, Ação, Thriller


Sinopse:

A história de Shingeki no Kyojin gira em torno de uma humanidade que vem sendo exterminada por gigantes. Porém alguns seres humanos estão dispostos a mudar história e formar um exército de ataque aos seres assassinos. É assim que entra Eren, nosso protagonista, que após ver sua mãe ser devorada por um gigante decide que não deixará nenhum deles vivo e buscará sua vingança completa.

 
Nota: Excelente!

quinta-feira, 4 de março de 2021

Má Educação (2020)

 

Bad Education / Cory Finley / Bom.

Torrent Dual-Audio, legenda em português: https://filmestorrentbrasil.com.br/ma-educacao-torrent-2020-dual-audio-dublado-web-dl-720p-e-1080p/


Ficha Técnica: 

Título Original: Bad Education

Ano de Lançamento: 2020

Diretor: Cory Finley

País: Estados Unidos da América

Gênero: Drama

 

Sinopse:

Long Island, 2002. Frank Tassone trabalha como superintendente de colégios, gozando de imenso prestígio junto aos professores, pais e alunos da escola em que trabalha. Um dia, ao ser entrevistado pela adolescente Rachel para o jornal do colégio, ele a incentiva a sempre inserir sua assinatura própria em qualquer matéria que faça, por menor que seja. Inspirada pela conversa, ela resolve investigar sobre uma custosa empreitada que está prestes a acontecer, o projeto Skywalk, e acaba descobrindo uma série de fraudes na contabilidade da escola feitas pelo próprio Frank. 


Elenco: 

Alex Wolff 

Allison Janney

Hugh Jackman

 

Comentário:

Bem, para não dizer que não assistir nada dos indicados ao Critics Choice Awards 2021, vou tentar pelo menos ficar por dentro na categoria de Melhor Telefilme. Estreando minha maratona com esse bom filme, nada tão gritante ou que mereça maiores aplausos, não obstante, a qualidade técnica, as atuações, fotografia, são mesmo impecáveis. Diria que a obra fez bem em nos fisgar logo nos primeiros minutos, apresentando um superintendente da Roslyn High School (Hugh Jackman) vaidoso, elegante, dizendo poucas palavras contraditórias em seu privado. Mesmo quem não conhecia o caso (como eu), já poderia de cara deduzir que se tratava de um sociopata, esse foi o gancho da película para mim.
 

O nosso cinema atual abrange uma narrativa que propositalmente mostra um “plano de fundo” vazio, com mínimos estímulos para os sentidos, um toque de classe, sem exageros, sem a mínima intenção de impactar, buscando a delicadeza, a arte fina. Por alguma razão, lembrei de filmes como “Encontros e Desencontros” (2009 / Sofia Coppola), “Garota Exemplar” (2014 / David Fincher),“Ela” (2013 / Spike Jonze) e “O Grande Hotel Budapeste” (2014 / Wes Anderson), filmes que têm mais ou menos essa maneira de narrar, modesta de explicação e estímulo dos sentidos, mesmo que tenha muito, só sem a compulsão de fazer mais do mesmo. Gosto disso, embora em alguns momentos eu sinta falta de algo mais chamativo que agrade a dopamina fácil de um mero cinéfilo, rs.
 

PARE DE LER, SPOILERS

“Bad Education” é ágil, não perde tempo, faz o que tem que fazer e pronto, tendo gostado ou não. Não sei se é porque me desacostumei a assistir longas-metragens, contudo, achei tudo muito rápido aqui. Logicamente em primeira instância vemos o Frank Tassone super querido por todos, um exemplo de moral a ser seguido, inclusive pelos próprios colegas de trabalho, para poucos minutos depois toda sua máscara cair, sucumbindo numa prisão. Começa estimulando uma jovem a ir além da mediocridade e acaba pagando um alto preço por isso. Fiquei admirado que casos de corrupção nos Estados Unidos são tratados como crimes hediondos, eles levam muito a sério esses crimes, aqui no Brasil chega a ser até “normal”, “tá tudo bem”. Ambas as partes tem a impunidade, porém, no Brasil é insuperável. Senti falta de uma “luta” maior por parte do protagonista, ele simplesmente foi descoberto e pego. Tive a impressão que o roteiro quis polemiza-lo ainda mais por se envolver com dois homens, mostrando os casos como forma de surpresa e com elementos narrativos chocantes, no tocante à vida dupla, secreta, dizendo ser viúvo há mais de 30 anos. Sim, é baseado em fatos reais, no entanto, o elemento surpresa é deliberadamente inserido.
 

Adorei a atuação do Hugh Jackman, veemente e moderado, pura simpatia. Quase entrando na categoria de grandes atores como Michael C. Hall, Sean Penn, que se entregam totalmente à Sétima Arte, interpretando papéis de homossexuais. Isso ainda me deixa muito admirado. Todo o elenco está muito bem, a coadjuvante Allison Janney dispensa comentários, embora não faça nada além do que é preciso. Destaque maior fica para Hugh Jackman com uma boa performance, tranquila, sem grandes motivos para maiores alardes.
 

Em alguns momentos tive que interromper para “printar” cenas da película, que mais pareciam quadros de uma belíssima pintura. Excelentes enquadramentos que fizeram um opíparo par com a trilha sonora e narrativa, intercalando ópera com uma faixa sonora minimalista pulsante, fina, intrigante nos lances de suspense, indicando que a bomba iria estourar... E estourou.
 

“O crime não compensa.” - Assim poetizou algum poeta, rs. Hugh Jackman transmite muito bem a sensação de ficar no fundo no poço, de perder tudo o que conquistou e que nada que fez de sórdido valeu a pena. Nem sempre o melhor é o caminho mais fácil. Quantas vezes já desejamos voltar desesperadamente ao passado para consertar algum grave erro que cometemos? Esse final é tudo isso e talvez a melhor mensagem moral da fita. Obrigado aos que leram e até mais.

 Avaliação: Bom.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

O Grande Mestre 4 (2019)

 

Ip Man 4 / Wilson Yip / Excelente!

Ficha Técnica:


Título Original: Ip Man 4

Ano de Lançamento: 2019

Diretor: Wilson Yip

Países: China, Hong Kong

Gêneros: Drama, Ação, Artes Marciais


Sinopse:

Após a morte de sua esposa, Ip Man viaja para São Francisco para aliviar as tensões entre os mestres locais de kung fu e seu aluno estrela, Bruce Lee, enquanto procura um futuro melhor para seu filho.

 

Elenco:

Donnie Yen 

Kwok-Kwan Chan 

Scott Adkins 

Vanness Wu 


Avaliação: Bom-Excelente!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

The Good Doctor (2017 - )

 

The Good Doctor / Autor: David Shore


Ficha Técnica:


Título Original: The Good Doctor

Título no Brasil: O Bom Doutor

Ano de Lançamento: 2017

Autor: David Shore

País: Estados Unidos da América

Gênero: Drama


Sinopse:

Um jovem médico com autismo começa a trabalhar em um famoso hospital. Além dos desafios da profissão, ele terá também que provar sua capacidade a seus colegas e superiores.

 

Elenco:

Freddie Highmore (Dr. Shaun Murphy) 

Antonia Thomas (Claire Browne)

Richard Schiff (Dr. Ira Glassman) 

Nicholas Gonzalez (Dr. Neil Melendez) 

Christina Chang (Dra. Audrey Lim) 

Hill Harper (Dr. Horace Andrews) 

Jasika Nicole (Dra. Carly Lever)


Avaliação: Excelente!

sábado, 15 de agosto de 2020

Bohemian Rhapsody (2018)

Bohemian Rhapsody / Bryan Singer / Excelente!

Torrent Dual-Audio: https://comandostorrents.com/bohemian-rhapsody-torrent-2019-dual-audio-via-torrents
Legenda: https://legendei.to/?s=Bohemian+Rhapsody


Ficha Técnica:

Título Original: Bohemian Rhapsody
Ano de Lançamento: 2018
Diretor: Bryan Singer
País: Estados Unidos da América
Gênero: Drama, Biografia, Música

Sinopse:
Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros, Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.

Elenco:
Rami Malek
Ben Hardy
Gwilym Lee
Joseph Mazzello
Lucy Boynton
Adam Lambert
Aidan Gillen
Allen Leech
Mike Myers
Tom Hollander

Comentário:
A intensidade desse filme foi a característica mais marcante, deveras, pois tinha a responsabilidade de contar a história da lenda Freddie Mercury e o surgimento de banda Queen. Curiosamente, a obra tratou de um sucesso cada vez mais crescente de uma banda, quase que sem barreiras, o único "sacrifício" que eles fizeram foi em vender o trailer para lançar seu primeiro disco, e claro, os relevantes conflitos internos. Ou seja, o mundo estava totalmente aberto para eles, apaixonado pelo talento dos integrantes, tanto foi que na entrevista em que o Mercury estava muito irritado, um repórter pergunta se em alguma vez ele já duvidou de seu dom, o Freddie responde: "Claro que não! Que pergunta idiota!" Parece que os únicos contratempos que eles tinham eram eles mesmos e suas disputas de egos, que cá entre nós, isso também é uma chama de ascensão. Nada ficou no caminho deles, nada! Nem mesmo o pai moralista de Freddie, que inclusive teve uma cena que aplaudi, quando ele disse na frente de seu pai e de seus amigos, que o agente de Elton John estava pensando em contratá-los. Nesse momento nós vemos patentemente a ficha de um pai moralista cair, porque era sucesso garantido.
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Outra coisa que me deixou fascinado foi a direção segura que a fita tem. Condução bem pra cima, assim como deve ser. Tem que ser um cineasta muito ruim para não fazer um excelente filme baseado na biografia do Freddie Mercury. O interessante é que o diretor não tem um passado tão glorioso, mas depois de Bohemian Rhapsody, ele não pode ser o mesmo. Outro acerto do diretor foi escolher Rami Malek para fazer o Mercury. Que show! Gente, eu juro que não esperava que o Malek fosse dá conta do recado, preconceito da minha parte. Também não entendam mal, ainda estou conhecendo o ator, achei ele maravilhoso durante toda a série de Mr. Robot, deve ter ficado aquela imagem de um Elliot, todo introspectivo e tímido, por conta disso achei que não conseguiria tirar essa imagem de Elliot dos olhos arregalados em seu papel completamente oposto, o explosivo integrante do Queen. Calou a boca! Rami Malek provou mesmo ser um grande e versátil ator. Vi que muios comentaram sobre os erros cronológicos e coisas que realmente não aconteceram. Tudo bem, pra mim a experiência foi muito válida e edificante, só por isso já vale as 5 Estrelas.

A grande lição que tiro do filme é que seja intenso, não tenha uma vida medíocre, não se conforme com isso, siga fielmente essa intensa energia que está dentro de você, seja tudo ou nada. Se puder, rejeite o lado negativo de uma vez tão desregrada, sem cometer os erros de uma autodestruição, mas faça isso sem perder o seu legado. Tem muito sobre a vida de Freedy Mercury que podemos copiar para nunca ter uma vida medíocre. Há uma série de contradições que o Freedy cometeu com ele mesmo e que condenava nos outros. Lutou até o fim por um amor verdadeiro, mas ele mesmo traiu sem amor verdadeiro. Expulsou seu empresário quando o mesmo tentou convencê-lo a fazer um disco solo, mas ele mesmo humilhou e expulsou sua banda. Uma vida cheia de altos e baixos, sucesso cada vez mais crescente enquanto a vida privada cada vez mais sendo jogada no ralo.

5 ESTRELAS E FAVORITO LOGO DE PRIMEIRA!


Avaliação: Excelente!


Algumas imagens:


Rami Malek, opíparo!

Gostei também do tom dramático desse ator! Ótimas expressões!

Ele também foi muito bem.

Que linda! ^_^

Cena triste. :(

Rami, o rei da porra toda!

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (2010)

Lung Boonmee Raluek / Apichatpong Weerasethakul / Bom-Excelente!

Torrent com legenda: https://filmescult.net/tio-boonmee-que-pode-recordar-2010/

Ficha Técnica:

Título Original: Lung Boonmee Raluek Chat
Ano de Lançamento: 2010
Diretor: Apichatpong Weerasethakul
País: Tailândia
Gênero: Drama, Mistério
Gêneros Especiais: Espiritualidade, Cult

Sinopse:
Sofrendo de insuficiência renal, Tio Boonmee resolveu passar os últimos dias de sua vida recolhido em uma casa perto da floresta e ao lado de entes queridos. Durante um jantar com a família, o espírito de sua esposa falecida aparece para ajudá-lo em sua jornada final.
A eles se junta Boonsong, filho de Boonmee que retorna após muito tempo metamorfoseado em outra forma de existência. Juntos, eles percorrerão o interior de uma caverna misteriosa, onde Boonmee nasceu em sua primeira vida.
O filme faz parte da obra multimídia Primitive Project. Palma de Ouro no Festival de Cannes 2010.

Elenco:
Jenjira Pongpas

Comentário:
Bem, o que dizer desse filme? Este foi um comentário penoso, porque quase nada tenho a dizer, até porque pouco entendi sobre a obra desse diretor tailandês de singular nome, que diga-se de passagem, achei que fosse um palavrão ou trollagem, rs.

Vou começar então pelo título em Br. A primeira impressão que tive é que a fita se basearia em uma personagem de grande capacidade mediúnica que deliberadamente podia recordar suas vidas passadas. Porém, o filme surpreende ao mostrar que não, tio Boonmee é apenas um singelo senhor diagnosticado com uma doença terminal, apesar da simplicidade de sua índole, ela passava muitas sacadas sábias e um comportamento refinado com a espiritualidade, que inclusive, toda sua família, mesmo os mais jovens, também demonstravam certa maturidade com o além, mesmo pouco compreendendo e moderadamente temendo.

Essa foi a característica que gostei bastante, longos planos sequências, quase nenhum movimento de câmera, personagens que ficam de frente com o desconhecido. A cena da moça no lago me lembrou o vanguardismo nos filmes do Kim Ki-duk, de tal maneira que até comparei esse diretor indiano (ainda vou aprender a escrever esse nome, custe o que custar, rs) com o sul-coreano. Ambos originais.

Enfim, não vou me arriscar a desvendar os mistérios dessa enigmática obra apenas em primeira vista, tem muito simbolismo e possivelmente tem relação com a religião local. Só me arrisco em dizer que foi uma grande experiência com a primeira película que vejo desse diretor. Um excelente filme! Ponto de partida para mais!

P.S.: Aquele final é para dá um nó na cabeça, nem precisou tanto como "Inception" ou "Pi". Música de fundo maravilhosa!
(26/06/2020 - 17:30hs)

Avaliação: Bom-Excelente!

Algumas imagens:





quinta-feira, 25 de junho de 2020

Parasita (2019)

Gisaengchung / Bong Joon-ho / Excelente!

Torrent Dual-Áudio com legenda: https://www.torrentdosfilmes.tv/parasita-torrent-bluray-720p-1080p-4k-dual-audio-download-2019-completo/


Ficha Técnica:

Título Original: Gisaengchung
Ano de Lançamento: 2019
Diretor: Bong Joon-ho
País: Coreia do Sul
Gênero: Comédia, Drama, Thriller
Gêneros especiais: Confinamento

Sinopse:
Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

Elenco:
Song Kang-ho
Park Seo Joon
Choi Woo Shik
Jo Yeo Jung
Lee Seon-gyoon
Park So Dam

Comentário:
Sem palavras para uma obra de arte de tamanha envergadura, Bong Joon-ho está no mesmo patamar de ilustres diretores sul-coreanos, como Kim Ki-Duk (Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera / Casa Vazia / O Arco / Time / Arirang) e Park Chan-wook (Trilogia da Vingança / I'm a Cyborg, But That's Ok / Zona de Risco / Sede de Sangue).

Quando fiquei sabendo que Joon-ho fez "Parasita", responsável por obras interessantes e marcantes como "Mother" e "Barking Dogs Never Bite" (esse útimo um tanto de mau gosto, mas registra bem a polêmica do realizador e seu ácido humor negro), logo associei com a sua película "O Hospedeiro", que apesar de bem aclamada, não tinha gostado. Todavia, em "Parasita" ele acerta com veemência!

A obra usa e abusa de maneira genial com as analogias de um homem rato em Internet como o próprio parasita, uma espécie de ser que não produz, apenas usufrui as produções alheias (cinéfilos chatos e rabugentos também são, brincadeira, rs), achando que tem até mesmo o direito de roubar Wifi. Pessoas com tanta determinação em usar os conhecimentos disponíveis na Web com más intenções podem causar grandes catástrofes sociais (Fake News, Cyberbullying), e pior, uma família inteira compartilhando do mesmo "ideal". Parasitas não perdem oportunidades, não consideram bons ou ruins organismos, eles querem apenas o melhor para eles.

Alto lá! Aqui também não é uma crítica ao uso da Internet (quase ninguém falou disso), o que inicialmente aparentava ser uma análise à pessoas oportunistas querendo se dá bem às custas dos tubarões, é igualmente o inverso mais tarde. Depois de pensar um pouco antes de finalizar meu comentário, acredito que seja uma crítica tanto ao capitalismo (tubarões) e ao comunismo (parasitas). Resumindo como ataque as desigualdades sociais na Coreia como no mundo inteiro.

 Bong Joo-ho registra engenhosamente tantas metáforas para justificar o título de sua mais nova obra-prima, que nós, espectadores, ficamos atordoados com tamanha genialidade (diversas vezes dava "stop" só para bater palmas, levantar da cadeira, respirar um pouco, tamanha chuva de sensações estava sentindo).

Outro detalhe instigante é que o diretor mantém a marca que o cinema sul coreano conseguiu nos últimos tempos, de fugir completamente dos itinerários comuns e apresentar gratas e opíparas novidades. Chegava a tal momento em que desejávamos que o desfecho dessa família terminasse em tragédia, pois eles estavam indo longe demais. Só não esperei que fosse a tanto, essa surpresa foi bem gratificante. Desde o princípio, o filme não fez questão de justificar essa degradação e todas essas estratégias funcionaram positivamente. O final da obra é bastante severo, tétrico, simbólico, metafórico e carimba de uma vez por todas que o crime não compensa.

Um filme magistral: 4,5 ESTRELAS!

Avaliação: Excelente!

Algumas imagens:




Nessa cena, quase me apaixono por essa atriz. Coisa linda! :)

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Ragnarok (2020 - )

Ragnarok / Jannik Johansen, Mogens Hagedorn / Bom

Torrent com legenda: https://comandostorrents.com/ragnarok-1a-temporada-completa-torrent-2020-dual-audio-5-1-dublado-web-dl-1080p-download-via-torrents

Ficha Técnica:

Título Original: Ragnarok
Ano de Lançamento: 2020
Diretores: Jannik Johansen, Mogens Hagedorn
País: Noruega
Gênero: Drama, Fantasia

Sinopse:
No norte da Noruega, a poderosa família Jotun teme que a chegada de um jovem desajustado possa ser um sinal de que os temidos deuses nórdicos retornaram.

Elenco:
David Stakston
Emma bones
Herman Tommeraas
Jonas Strand Gravli
Synnove Macody Lund

Comentários sobre a 1ª Temporada:

1º Episódio: New Boy / Nota 8,5

Bem, iniciei essa série por causa do Proj. Mid Season 2020 e também porque o nome me chamou bastante atenção, já que acompanho Vikings, enfim, acredito que a maioria também foi por esse motivo. Estou pensando em não mais ser influenciado por esse Proj. porque fiquei desorientado, a intenção era só assistir um episódio, mas não me conformei e mais uma série que entra para a minha grade, só para me dá ainda mais trabalho, rs.

Primeiramente o episódio já começa ao som de "Midnight City". Estremeci. Meu Deus, que início! Não tinha mais ideia do que pudesse acontecer. Bem provável que essa introdução era uma imagem bastante pessoal para o autor da série. A narrativa é bastante característica, não sei bem explicar, entretanto, me deu uma sensação a lá "Les Revenants", talvez pelo clima europeu e seco da narrativa.

Magne e Laurits muito bem apresentados. Magne o típico tímido certinho com alguns problemas sociais, nada tão grave. Laurits é o oposto, bem deslocado e com sarcástico humor. O legal que aqui a série já procura fugir dos clichês de fitas teens quando novatos chegam no colégio, o massacrante bullying, pelo contrário, até mesmo Magne é bem recebido pela turma. Outro ponto legal também que Ragnarok não forçou muito a trama de um Spider-Man descobrindo seus poderes, não arranjou uma briga absurda na escola para dá aquele impacto.

Destaque para a seleção de elenco parental. Fjor e seu pai Vidar são absurdamente parecidos, fiquei pensando na possibilidade de serem pai e filho na vida real, porque se não, que épica escolha de atores.

E claro, o ponto mais marcante do episódio foi a coragem de eliminar uma personagem tão firme como a Isolde, quem poderia imaginar? Isso com toda certeza que não ocorreria em produções norte-americanas, só que no cinema europeu, tudo é possível. Embora eu ainda ache que a Isolde volte de alguma forma, esperança de alguém que foi doutrinado pelos clichês, rs.

2º Episódio: 541 Metros / Nota 9
Agora tive a sensação de está assistindo "13 Reasons Why". Um Clay retornando à sala e não vendo mais a sua Hannah. Muito triste. Mesmo assim gostei da narrativa seca, sem romantizar a situação, o que ocorreria na maioria das séries teens.

Sinto que estou deixando de lado um dos elementos mais relevantes da trama: Quem exatamente são aqueles dois senhores que passaram (ou despertaram) os poderes de Magne? E pelo visto, outros que têm seus poderes mitológicos despertos não desconfiam a presença deles. Algo me diz que esses dois senhores (um senhor e uma senhora) serão elementes chaves na história.

Um ponto interessante que o enredo não fez suspense à genuína causa da morte de Isolde, um grande ponto positivo para a série se diferenciar, já que na maioria essa questão ficaria em aberto até o fim da temporada. Agora resta saber o que exatamente é essa fábrica.

Ainda estou entendendo qual é a filosofia de vida dessa surreal família a lá "Crepúsculo", adiantando um pouco, que dança bizarra foi aquela no baile? Vergonha alheia estampada em minha cara, rs. Aproveitando aqui para destacar igualmente as diversas abordagens que notei à naturalidade do que a sociedade vê com preconceito. Primeiro, a relação surreal entre os membros da família "Crepúsculo" (ainda não sei como os chamar), pais e filhos usando o mesmo banheiro sem o menor pudor, Saxa com a maior intimidade debochando de seu pai urinando no episódio anterior. Ran sugerindo que Fjor se retirasse para que ela pudesse curtir com os jovens rapazes no baile. Nuances assim me deixaram chocado. E o fato de Laurits já se apresentar gay sem dramatizar a questão por parte da obra. Achei isso muito interessante.

Comentário geral sobre a 1ª Temporada:
Ragnarok fez muito em apenas 6 episódios. Entendi que o final da temporada foi só o começo da série, tipo o que aconteceu antes da série realmente começar. Acredito também que isso foi para testar a reação do público, para ver se a série teria algum futuro, talvez por isso quis economizar recursos nos efeitos. Tem tudo para a 2ª temporada mostra mesmo para que veio. Mesmo o aspecto Teen que a obra passa, incomodando alguns, ainda assim é outro nível e muito mais madura que produções Teen norte-americanas. Por enquanto é só bom, vamos ver se vinga.

Avaliação: Bom.

Algumas imagens:

















quarta-feira, 17 de junho de 2020

Mr. Robot: Virtual Reality Experience - 360° (2016) / Curta-metragem

Mr. Robot: Virtual Reality Experience - 360° / Sam Esmail / Excelente!

Dublado e legendado no YouTube:



Ficha Técnica:

Título Original: Mr. Robot: Virtual Reality Experience - 360°
Ano de Lançamento: 2016
Diretor: Sam Esmail
País: Estados Unidos da América
Gênero: Drama

Sinopse:
Spin-off especial lançado na internet que mostra Elliot (Rami Malek) se encontrando com sua traficante Shayla (Frankie Shaw). O criador da série, Sam Esmail, havia adiantando que a cena seria divulgada. Ele comentou que faria uma cena "bem íntima e focada nos personagens".

Elenco:
Rami Malek
Frances Shaw

Comentário:
Bastante intimista, foi bom para matar a saudade dessa incrível série. Fã que é fã deve buscar ficar por dentro de tudo. A narrativa tem um tom bastante onírico e meio psicodélica à delicada lembrança de Elliot com a Shayla, o sentimento de culpa dele é enorme com o que aconteceu com ela. Trágica vida humana. Identifiquei-me com o tom do curta.
P.S.: Que trilha contagiante, pesada e triste, ainda mais pelo contexto do fato.

Avaliação: Excelente!

Algumas imagens:




terça-feira, 16 de junho de 2020

Rambo: Até o Fim (2019)

Rambo: Last Blood / Adrian Grunberg / Excelente!

Torrent Dual-Áudio com legenda: https://www.comandostorrents.com/rambo-ate-o-fim-torrent-2019-dublado-legendado-4-de-janeiro-via-torrents

Ficha Técnica:

Título Original: Rambo: Last Blood
Ano de Lançamento: 2019
Diretor: Adrian Grunberg
País: Estados Unidos da América
Gênero: Drama, Ação, Thriller

Sinopse:
O tempo passou para Rambo (Sylvester Stallone), agora ele vive recluso e trabalha em um rancho que fica na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida antiga marcada por lutas violentas, mas quase sempre vitoriosas, ficou no passado. No entanto, quando a filha de um amigo é sequestrada, Rambo não consegue controlar seu ímpeto por justiça e resolve enfrentar um dos mais perigosos cartéis do México.

Elenco:
Sylvester Stallone
Adriana Barraza
Paz Vega
Yvette Monreal
Louis Mandylor
Óscar Jaenada

Comentário:
Nossa! Gostei tanto desse Rambo, mais tanto, que tive que colocar em 2º lugar no meu TOP da franquia, superando até mesmo o primeiro filme. Bem, essa decisão ainda não está certa, talvez esteja sendo levado pela emoção do momento, no entanto, razões pelas quais escolho fazer assim, que nessa altura do campeonato, torna-se muito difícil surpreender com uma personagem que marcou gerações e assusta em ver que John Rambo ainda tem muita lenha para queimar, e como! Li alguns comentários de pessoas que odiaram a obra, muitos assistiram sem ao menos ver todas as películas da saga, assim fica difícil compreender a profundidade, aversão à sociedade, revoltas, traumas, calejamento do espírito e toda violência de Rambo. Pior, alguns até viram ufanismo e preconceito por Rambo massacrar criminosos mexicanos, até mesmo conservadorismo X liberalismo, um velho sisudo isolado, conservador, que carrega os valores de um homem bruto das antigas, afastado do mundo, vai para a cidade só para derramar muito sangue. Incrível como paranoias ideológicas e políticas não sossegam nem mesmo em uma fita cujo tema principal é vingança, não enxergam o contexto do roteiro em si, mas procuram ver paranoicamente o que está atrás das cortinas, elaboram significados absurdos até mesmo onde não têm. No mundo de Rambo, a lei que reina é a da injustiça e da morte, ele foi o único que conseguiu sobreviver nesse inferno porque se permitiu virar o próprio inferno em forma de gente. Apesar disso, soube seguir em frente sendo um homem amável, formando uma família adotiva, criando Gabrielle como a própria filha, essa relação resgatou o homem civilizado que estava perdido dentro dele. Acham mesmo que se ele perdesse esse elo tão mágico da forma covarde e ultrajante como perdeu, não teria todos os motivos para agir com tanta crueldade? Cada facada que Rambo dava naqueles patifes era como se eu mesmo estivesse dando, minhas mãos tremiam e até as caretas do Stallone inconscientemente fazia, tamanha sinergia tive com "Las Blood", tal intensidade não tinha como sentir em "First Blood", que é ótimo e incrível, a carga dramática desse último filme é muito mais acentuada. Aquela cena final então, é um deleite, ao estilo "Esqueceram de Mim" para terror, rs. Obrigado Stallone por nos presentear com o melhor jeito Rambo. Vida e saúde longas ao Sly! Fichou com chave de ouro a franquia.

Meu TOP da franquia:
1) Rambo: First Blood Part II (1985)
2) Rambo: Last Blood (2019)
3) First Blood (1982)
4) Rambo IV (2008)
5) Rambo III (1988)

Avaliação: Excelente!

Algumas imagens:




Já pensou se a flecha solta da mão dele sem querer? :/